Rumo a regulamentação de nosso cargo!!!
Convocamos aos ainda erroneamente chamados auxiliares, pajens, monitores, entre outras denominações a caminhar pela criação de nossa verdadeira identidade que é a de Professor de Educação Infantil, em muitos municípios profissionais como nós já conquistaram seus direitos agora é a nossa vez.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
ATENÇÃO PREFEITOS: AS CRECHES NÃO SÃO DEPÓSITOS DE CRIANÇAS E NÃO EXISTE MAIS A FUNÇÃO "CUIDADOR"
domingo, 12 de junho de 2011
ATENÇÃO MEC: A EDUCAÇÃO INFANTIL PRECISA SER LEVADA A SÉRIO!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
QUE BAGUNÇA HEIM???
Lilian disse...
Olá, aqui em Arujá-SP estamos na seguinte situação, com muita luta conseguimos 30 horas,em alguns momentos somos tratadas como professores e em outros como ADI, a secretaria de educação montou um processo de reenquadramento porém o jurídico nunca nos dá um parecer favorável, mas o pior é o que esta acontecendo agora, nas creches existem 3 categorias com salários diferentes, ADI, PROFESSOR, ESTAGIÁRIO e saiu um processo de contratação para professor de creche com salário de R$ 1751,00 sendo que os citados acima não tem este salário, enfim, isso é legal sendo que as atribuições são as mesmas?
Anônimo disse...
Eu também faço parte desta categoria, sou de Barra de São Francisco ES, estamos discutindo com os vereadores para que nós possamos ser reconhecidos como professores, na prática somos, mas falta ser documentado,trabalho com crianças de 1 a 2 anos trabalhamos em 3 funcionárias com 3 diferença salarial e carga h diferente.
MANA disse...
QUANDO QUEREMOS REIVINDICAR ALGO DIZEM QUE É "REBELIÃO"
Não esqueçam de colaborar com nosso abaixo assinado, não só assinando, mas conseguindo outras assinaturas. Precisamos, pelo menos, chegar a 5.000 assinaturas.
domingo, 29 de maio de 2011
BOICOTE EM PRAIA GRANDE-SP
Anônimo disse ...
Olá atendentes de Praia Grande!!!
Fomos informados que o que mais temiamos iria acontecer, que era o boicote a nossa passeata, tudo já estava preparado por este sistema corrupto para nos prejudicar, vendo que a passeata iria mesmo acontecer, de forma ordeira e respeitando toda a sociedade como educadores que somos, esta seria a passeata perfeita todas nós estavamos enpenhadas em fazer algo pacifico, foi armado um jeito de infiltrar pessoas contratadas no meio de nós para fazer todo tipo de baderna e quebra, quebra, (bem típico desta administração que a 20 anos comanda nossa cidade), para depois dizer que foi todas nós atendentes de educação, culpando a nossa classe de educadores por toda esta balburdia, é muito frustante receber esta informação e tenha que repassa las as nossas colegas, mas eles não perdem por esperar, portanto foi repassado que diante deste contexto desfavorável nos não iremos fazer a passeata por enquanto, pois é tudo que ela quer, nos criminalizar novamente, mas agora teria a midia em cima documentando tudo !!!!!!
Sem mais e com muita tristeza, continuaremos na luta sempre, quem viver verá!!!!!
MAS NÃO QUER DIZER QUE VAMOS PARAR DE LUTAR, QUEREMOS SIM NOSSA INCLUSÃO NO QUADRO DO MAGISTÉRIO, E NÃO VAMOS DESISTIR E PRECISAMOS CONTAR COM PESSOAS DE PERSONALIDADE PARA ENFRENTAR ESSE SISTEMA, A GRANDE MAIORIA DAS ATENDENTES MOSTRARAM MUITA PERSONALIDADE E ESTAVAM DISPOSTA Á TUDO, MAS TEMOS QUE USAR A INTELIGENCIA E NÃO SOMENTE A EMOÇÃO,TODAS NÓS ENTENDEMOS A MENSAGEM,MAS CONTINUEM FIRME QUE "QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR". AGORA TEMOS QUE TODAS NÓS NOS DESFILIAR DO SINDICATO, POIS ELE SE MOSTROU COVARDE E PATRONAL, NOS DEIXOU SOZINHAS NA COVA DE LEÕES, PORTANTO NÃO TENHAM DÚVIDA O SINDICATO NÃO SERVE PARA NADA É UMA INSTITUIÇÃO CORRUPTA, MAS É DIFICIL SABER QUE AS INTITUIÇÕES SEJAM ELAS POLITICAS OU DO TRABALHADOR BRASILEIRO SÁO TUDO UMA MENTIRA!!!!! 27/05/2011
PRECISAMOS DE MUITO MAIS! ! ! !
Que Deus esteja com vocês,
um abraço.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
PRECISAMOS ESTAR JUNTOS E MISTURADOS...
terça-feira, 24 de maio de 2011
GRANDE MOBILIZAÇÃO EM PRAIA GRANDE-SP
Anônimo disse...
Esperamos um número grande de atendentes de educação da Praia Grande em nossa passeata no dia 28/05/11 as 9:00 em frente a Praça das Cabeças, vamos sair as ruas para mostrar a população o que nós queremos que é nossa valorização profissional e nosso piso salarial que é de nosso direito. Nós executamos um trabalho maravilhoso dentro de uma creche, e queremos ser valorizadas, hoje o educar e cuidar não se separam mais. É a sua presença ATENDENTES DE EDUCAÇÃO que vai mudar esta situação, nós estaremos num dia de sábado sem prejudicar nenhum ônus a prefeitura e nem o dia de trabalho dos pais, que precisam da creche. Convidem os pais, vizinhos e todos para participarem !!!! Ate lá!!!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
QUANTITATIVO: ALUNO X PROFESSOR
Camila disse...
Ola, gostaria de saber uma informação, procurei nos sites mas não encontrei, trabalho em uma creche com crianças de um ano a dois anos de idade na nossa cidade a lei diz que é oito crianças por profissional trabalhamos em duas na sala e estamos no momento com 19 crianças e por ser uma cidade pequena quando aparece uma mãe pedindo a vaga e não tem por estar lotada a sala elas vão no prefeito e então o prefeito liga e diz que cabe sempre mais um, por favor se vcs tiverem algum documento que fale sobre o numero certo de vagas por profissionais me passem ou algum site que eu possa ver pois do jeito que esta não pode ficar, me ajudem. Obrigada
Art. 25. Será objetivo permanente das autoridades responsáveis alcançar relação adequada entre o número de alunos e o professor, a carga horária e as condições materiais do estabelecimento.
Parágrafo único. Cabe ao respectivo sistema de ensino, à vista das condições disponíveis e das características regionais e locais, estabelecer parâmetro para atendimento do disposto neste artigo.
Desta forma cada município tem tido livre arbítrio para estipular o quantitativo de alunos por professor. Em 2007 começou a tramitar no Congresso Nacional PL720 que alterava o artigo anteriormente citado, porém através do acompanhamento no site da câmara dos deputados vimos que foi arquivado deste 2009, e que assim seja pois determinava quantitativos bem altos de alunos por professor.
Infelizmente até mesmo os Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil, volume 2, estimam um quantitativo bem inadequado:
Item 84:
A relação entre o número de crianças por agrupamento ou turma e o número de professoras ou professores de Educação Infantil por agrupamento varia de acordo com a faixa etária:
• uma professora ou um professor para cada 6 a 8 crianças de 0 a 2 anos;
• uma professora ou um professor para cada 15 crianças de 3 anos;
• uma professora ou um professor para cada 20 crianças acima de 4 anos.
O Plano Estadual de Educação do Rio de Janeiro, que foi um documento construído, segundo eles, pela Secretaria de Estado do Rio de Janeiro(SEDUC) em parceria com a União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estados do Rio de Janeiro (UDIME-RJ) juntamente com inúmeras instituições renomadas define um quantitativo máximo de alunos por turma que se colocado em prática pelos municípios seria um ótimo começo pra melhorar o atendimento das creches públicas.
Veja o que diz o Plano na página 12 que se refere a quantidade de alunos POR TURMA:
"Adequação material, física e profissional às caracteríticas das crianças com necessidades educacionais especiais(NEE), visando, inclusive, à adequação do número de alunos por turma, de acordo com os critérios abaixo:
De 0 a 1 ano – 4 alunos e 2 com NEE – totalizando 6.
De 1 ano até 1 ano e 11 meses – 4 alunos com 2 NEE - totalizando 6.
De 2 anos até 2 anos e 11 meses – 8 alunos com 2 NEE – totalizando 10.
De 3 anos até 3 anos e 11 meses – 12 alunos com 2 NEE – totalizando14.
De 4 anos até 4 anos e 11 meses – De 12 alunos com 2 NEE–totalizando 14.
De 5 anos até 5 anos e 11 meses – 12 alunos com 2 NEE - totalizando 14.
g) Obedecer os critérios abaixo para formação de turmas (sem NEE):
De 0 a 1 ano – 12 alunos
De 1 ano até 1 ano e 11 meses – 15 alunos
De 2 anos até 2 anos e 11 meses – 15 alunos
De 3 anos até 3 anos e 11 meses – 15 alunos
De 4 anos até 4 anos e 11 meses – 15 alunos
De 5 anos até 5 anos e 11 meses – 15 alunos"
Portanto, se existe uma lei em seu município que estipula um quantitativo de 8 alunos por profissional e o seu município não está cumprindo, cabe fazer uma denúncia ao MP para que apure esta extrapolação, afinal as crianças são diretamente prejudicadas por esta situação.
P.S.: Há comentários pendentes, liberaremos assim que possível.
P.S.2: Se alguém souber de mais alguma lei sobre o assunto por favor colabore conosco a enviando.
terça-feira, 10 de maio de 2011
SOMOS PROFESSORES!!! PLANO DE CARREIRA JÁ!!!
Anônimo disse...
Uma luz no fim do túnel!
Sou ADI em Mairiporã-SP e aqui nós não fazemos parte nem do quadro da Secretaria de Educação quanto mais do magistério. Quando fazemos algumas reinvidicações somos lembradas que somos da grade da administração por isso não temos direito a muitas coisas. Porém fazemos a mesma função dos professores, as vezas até mais, planejamos atividades, fazemos seminários, participamos de HTP entre outas coisa. Como não fazemos parte da educação?
Anônimo disse...
Monitores em AÇÃO! disse...
Fico feliz em saber que a nossa categoria está vencendo lutas pelo Brasil. Sou monitora de creche em Jundiaí SP, e estamos na luta também para o reconhecimento da nossa classe, estamos organizando reuniões, escrevendo alguns documentos, pesquisando, mas ainda não sabemos por onde começar. O contato com vereador seria útil?? Grata pela atenção! Carina
Estes são problemas comuns enfrentados pelos auxiliares de creche do Brasil, infelizmente apenas em alguns municípios os profissionais conquistaram seu devido reconhecimento.
A não inclusão no plano de cargos do magistério demonstra o absurdo que a categoria vem sofrendo. Para se ter uma ideia, a partir da Lei 12.014/2009, de autoria da Senadora Fátima Cleide, até mesmo secretários escolares, merendeiras e zeladores (com devida qualificação) passaram a ser considerados profissionais de educação, ou seja, são educadores, com direito a inclusão no plano de cargos da educação e aposentadoria especial.
Já os ainda chamados de auxiliares de creche, atuam diretamente com as crianças em sala de aula, desta forma o MEC afirma que SÃO PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL. Cabe a nós denunciarmos esta bagunça onde professores estão fora plano de cargos do magistério.
Bem, para iniciar a discussão em cada município, antes de mais nada é necessário conhecer muito sobre o assunto, ao lado temos uma lista de documentos e postagens importantes que podem ajudar na pesquisa. É comum os municípios logo de início alegarem inconstitucionalidade na transposição de cargos, e eles têm razão, mas não é isso que pleiteamos, não queremos mudar de cargo, mas apenas temos o objetivo de sermos reconhecidos pela função que desempenhamos desde que tomamos posse, cuidar e educar crianças de 0 a 5 anos. A natureza de nossas atribuições continuarão as mesmas, porém com nomenclaturas e direitos bem diferentes.
Depois exponha todos os documentos sobre assunto a secretaria de educação, ao prefeito e ao sindicato da categoria, caso seu município não esteja disposto a cooperar pode ser feita uma denúncia (anônima ou não) ao Ministério Público.
Os vereadores também devem estar inteirados sobre o assunto, já que nossa situação se resolve através de um projeto lei (de iniciativa do poder executivo), sendo assim, a câmara de vereadores deve aprová-lo.
Em alguns lugares, como em Recife, os auxiliares de creche fundaram uma associação para pleitear junto ao município seu reconhecimento. o que ajuda bastante na luta.
Também pedimos a colaboração de todos no abaixo assinado, que pode ser acessado pelo link ao lado, temos que mostrar ao governo federal nossa situação e exigir meios para que os municípios sejam pressionados a cumprir suas obrigações. Aliás a justificativa desde abaixo assinado explica bem nossas reivindicações.
Abaixo está um link de um postagem que fala sobre a Lei 12.014 e possui um parecer do Conselho Nacional Educação (CNE/CEB nº9/2009) que cita a inclusão dos profissionais de educação infantil no plano de carreira docente.
domingo, 8 de maio de 2011
PROINFANTIL LEVADO A SÉRIO
Até quando nossa Secretaria de Eucação vai continuar a insistir que o Proinfantil é destinado aos professores lá da ilha, ou ainda, lá do sertão do Nordeste... que não tiveram acesso a formação de magistério..., etc e tal?
FELIZ DIA DAS MÃES!

quinta-feira, 5 de maio de 2011
PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL GANHAM SALÁRIO DE MISÉRIA...
segunda-feira, 2 de maio de 2011
O CERCO ESTÁ SE FECHANDO...
domingo, 1 de maio de 2011
EM RECIFE O PODER EXECUTIVO E LEGISLATIVO TRABALHAM JUNTOS PARA O BEM DA EDUCAÇÃO INFANTIL. E EM ANGRA?
Postagem retirada do Blog: FORÚM DE EDUCAÇÃO DO SINDSEPRE
Audiência debate reivindicações de Auxiliares de Desenvolvimento Infantil
quinta-feira, 28 de abril de 2011
EM SILÊNCIO E SEM AÇÃO NADA VAMOS CONSEGUIR...
Anônimo disse...
sexta-feira, 22 de abril de 2011
PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL = DESVALORIZAÇÃO E DESCASO
Atendentes de Praia Grande disse...
A senhora secretária de educação, Maura Ligía Costa Russo, em seu protesto contra a violência, deixa claro que todos nós somos profissionais valorizados, é que a diferença de nossos salários para o professor é de $22,00, o que não concordamos portanto nosso salário é 589,93, insalubridade 117,99 e uma gratificação de 50% acima do nosso salário base, dando um total de 1.032,38, sabendo que insalubridade não é salário, eu ganho somente quando estou presente fisicamente no trabalho, esse ganho é invariável, o salário do professor é de 1. 094.44 com mais 175,00 reais a mais por hora atividade e trabalho pedagógico, a diferença é de 237,06 e não de 22,00 reais sem falar nas questões de aposentadoria.
Esta administração precisa ser mais transparente com as pessoas e não usá-las politicamente para atingir seus objetivos, essa administração tem relutado em admitir nossa inserção no quadro do magistério, até mesmo porque sabemos que é de direito, uma vez que recebe verba federal para o pagamento de parte de nosso vencimentos, não existem mais diferenças entre o que fazemos e os professores, apesar de se estar tentando mascarar esta realidade, o que é verdadeiramente para ser discutido é a reorganização da nossa atividade dentro do processo administrativo, sabemos que a transposição para professora é ilegal, mas não é essa a nossa busca, apesar de que todos somos professoras, para eu entrar nessa prefeitura como atendente tenho que comprovar que tenho diploma de pedagogia ou técnico de magistério,que é formação exigida para professora.
A professora em praia grande é em grande parte contratado principalmente os que atuam na pré escola, estes contratos são de dois anos, e a atual gestão não te nenhum interesse em mudar essa situação. Uma gestão que tem como parâmetro de valorização seja ela salarial ou profissional apenas o mínimo é vergonhoso, fica a pergunta porque não ter como parâmetro a cidade de santos e Cubatão e até mesmo São Vicente,que buscam a excelência.
Pois é atendentes de Praia Grande, enquanto alguns profissionais deram sorte com suas secretarias de educação, em Angra não tivemos a mesma sorte, assim como vocês, aqui a diferença salarial entre auxiliares e professores é ainda mais gritante, chega a 100 %, isso com o recente aumento que tivemos (falaremos sobre o assunto brevemente). E o que falar da carga horária, trabalhamos 35 h semanais e o professor 22,5 h. Desta forma ganhamos a metade e trabalhamos praticamente o dobro, sem direito a recesso em julho e dezembro para nos recuperar do desgaste físico e psicológico que a profissão nos causa.
O importante é ressaltar que apesar dessas diferenças os auxiliares de recreação e berçário desenvolvem as atribuições de Professores de Educação Infantil ( cuidar e educar), enquanto os Docentes 1 qua atuam hoje nas creches municipais de Angra tentam fazer somente seu trabalho de educar, missão bem difícil, quem conhece a realidade da creche sabe disso. Afinal até mesmo o MEC sabe que o profissional que atua na educação infantil cuida e educa, só a nossa Secretária de Educação, Luciane Pereira Rabha, não sabe disso. Ahhh outros secretários de educação, do mesmo nível, por aí que também não sabem.
Nossa secretaria chama as atividades que desenvolvemos de vida diária, só para mascarar o trabalho pedagógico que desenvolvemos e não promover nosso devido reconhecimento.
Quanto a transposição de cargos, realmente é inconstitucional, mas não é o que buscamos. De acordo com uma série de documentos do MEC, quem atua em sala de aula em contato diretamente com as crianças, é professor de educação infantil, e sua formação e valorização é assegurada. Sendo assim queremos apenas o reconhecimento do que somos de fato e de direito.
SERÁ QUE BUSCAMOS POR UMA ASCENSÃO INCONSTITUCIONAL???????
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL