Rumo a regulamentação de nosso cargo!!!

Mesmo após a LDB/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e o PNE/2001 (Plano Nacional de Educação), quando as creches deixaram de ter um caráter assistencialista e passaram a ser consideradas a primeira etapa da educação básica, onde quem trabalha em contato diretamente com as crianças é o professor e necessita ter a formação mínima em nível médio na modalidade normal para estar em sala de aula, muitos municípios continuaram a fazer concursos com a exigência de apenas nível fundamental ou médio, com nomenclaturas como auxiliar de recreação, berçário, auxiliar de creche, pajem, entre outras até os dias de hoje e como resultado disso exercemos atividades de docente, pois as creches de fato fazem todo o trabalho pedagógico, porém temos salários e direitos bem inferiores aos dos professores, mesmo tento a qualificação exigida por lei.

Convocamos aos ainda erroneamente chamados auxiliares, pajens, monitores, entre outras denominações a caminhar pela criação de nossa verdadeira identidade que é a de Professor de Educação Infantil, em muitos municípios profissionais como nós já conquistaram seus direitos agora é a nossa vez.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

ATENÇÃO PREFEITOS: AS CRECHES NÃO SÃO DEPÓSITOS DE CRIANÇAS E NÃO EXISTE MAIS A FUNÇÃO "CUIDADOR"

Comentário retirado da postagem:FUNDEB: PROFISSIONAIS DE APOIO OU DE MAGISTÉRIO?

Em Praia Grande temos os mesmos problemas,pior é a má gestão e o dinheiro público na mão de rapinas...vamos lá meu povo somos mais fortes do que parecemos,eles sabem disso,afinal dizem que somos uma democracia..temos que exigir o cumprimento da lei (LDB art 61) Viva os professores de educação infantil do Brasil..somos nós é que fazemos a diferença...vamos mostrar que atingimos a critica social e não iremos permitir que coloquem a culpa da opressão no oprimido...vamos lá como Paulo Freire nos ensinou...sem medo em direção a vitória..vamos entrar na justiça por um direito lidimo...Vamos limpar o Brasil desta corruptela que só pensa nos ricos e enriquecem com o dinheiro público.

Nesse comentário acima não sobrou nada a acrescentar....

Anônimo disse...
Boa noite,até quando vamos ter que mendigar um direito e implorar aos parlamentares para que façam cumprir a lei federal 12014/09.Eu até fiz uma bricadeira no meu trabalho disse que tem que ser feito outro diário de classe com as nomeclatura berçarista e recreadoras, pois temos que fazer tudo que um professor faz, só não podemos fazer parte do salário igual.

Prezado anônima(o)

A Educação Infantil de qualidade em muitos municípios é uma farsa, na verdade é um depósito de crianças, imaginem se as crianças são "entulhadas" dentro das creches e está tudo bem, o que dizer da valorização dos profissionais que cuidam e educam essas crianças? A Lei 12.014 não deixa dúvidas que pertencemos à categoria do Magistério. Estamos, ainda, mendigando por nossa valorização, não por conta dos parlamentares e sim por falta de ação dos próprios profissionais de creche que se acovardam. Quantos tem a coragem de pelo menos protestar contra o descaso cometido contra nossa categoria? São poucos!

nous disse...

Parabenizo as companheiras pela luta. Sou professora da Creche Pré Escola Oeste da Universidade de São Paulo onde todos somos chamados "técnicos de apoio educativo". Nossa luta lá tem mais de 15 anos, mas estamos começando a colher frutos. Este mês teremos reunião na Reitoria para apresentar nossas propostas para um projeto de lei que corrija nossa nomenclatura e carreira. Depois será necessária aprovação no âmbito da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, porque estamos em instituição estadual. Para quem quer se munir de informações podemos ajudar escrevam para anahelena@usp.br. Para começar, indico o documento do MEC de 2009 http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/resolucao_cne_ceb002_2009.pdf.


Prezada Nous,

Aqueles administradores que querem efetivamente se adequar as exigências do MEC não vêem problema em capacitar, valorizar e reenquadrar os profissionais de creche que estão sem a formaçãos adequada dentro de sala de aula,em contrapartida quando nos deparamos com um governo desorganizado, gerido por pessoas incompetentes e com o brio muito sensível, a bagunça continua.
Estamos torcendo por vocês, embora tardiamente, as coisas caminham para um final justo e feliz, afinal vocês merecem ser recompensados pelo tanto que contribuíram para a educação das crianças.
Obrigada pelos documentos.
Abraços.

Temos comentários a liberar!

domingo, 12 de junho de 2011

ATENÇÃO MEC: A EDUCAÇÃO INFANTIL PRECISA SER LEVADA A SÉRIO!

Comentário retirado da postagem: GRANDE MOBILIZAÇÃO EM PRAIA GRANDE-SP


Anônimo disse...

Olá meninas de Praia Grande, nossa luta não será fácil, mas não podemos desistir nunca. Uma hora alguém vai olhar a nossa causa e vê a injustiça que acontece com as auxiliares de creche.Em meu município procuramos pela secretaria de educação e nos disseram que o nosso caso só se resolve com outro concurso. Gostaria de saber como pode ser feito a reorganização dentro do quadro do magistério,já que o nosso concurso foi a nível de ensino funadamental.

Nosso concurso é chamado auxuliar administrativo I,quem prestou este concurso poderia trabalhar desde o beçario até a cozinha. Mas após a cobrança da LDB,nos capacitamos e muitas de nós estamos com crianças em sala de aula exercendo a função pedagógica,quem já tem formação em pedagogia foi enquadrada no plano de carreira como monitora, mas o salário ainda é baixo.O meu salário dentro do plano de carreira com 18 anos de trabalho é o salário inicial de uma PI. É mole ou quer mais. Mande notícias pra mim. Abrços a luta continua.



Prezada(o) anônima(o),

Esses gestores são tão "espertos" que inventam essas nomeclaturas ridículas somente no intuito de confundir a todos aqueles que não conhecem a história da Educação Infantil. Em Angras nossa nomeclatura é AUXILIAR DE RECREAÇÃO e AUXILIAR DE BERÇÁRIO, uma função que não existe nem para a CBO(Classificação Brasileira de Ocupação), esse disfarce serve para confundir também ao MEC.

Precisamos estarmos atentos as nossas atribuições descritas no Edital, no caso de Angra ele é claro quando diz que os auxiliares de recreação e berçário trabalham SOMENTE em creches e pré-escolas, com crianças de 0 a 5 anos, logo, não tem pra onde eles correrem, isso só vem a confirmar que somos sim os professores leigos da Educação Infantil, pois até hoje quem está atuando nas creches são os Docentes trabalhando por quatro hora e meia(o restante do dia quem rege a turma sozinho somos nós)e não os profissionais corretos da Educação Infantil determinado pelo MEC que são os PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL.

Isso foi uma "malandragem" de alguns prefeitos para baratear o custo da Educação Infantil.O MP de Angra mandou um ofício para a PMAR que respondeu que nosso enquadramento é inconstitucional, mas esqueceram de dizer que quem errou foram eles, pois exigiram somente nível fundamental para profissionais que trabalham dentro de sala de aula para EDUCAR E CUIDAR das crianças, vejam que aberração!!!!O MP diante desta negativa enviou um ofício
ao MEC para que este se posicione. Estamos aguardando resposta.


Comentário retirado da Postagem: BOICOTE EM PRAIA GRANDE-SP

Boa tarde, Sou de, Araxa M-G,aqui nossa luta esta igual a de vcs,fizemos concurso em 2005 para,Educadora,onde ja se exigia o magisterio,no ano passado mudaram nossa nomenclatura para,Prof. Adjunta de E.I,porém não temos direito a nada além do salário,alegam que não somos docentes,apenas fazemos parte da classe do magisterio e, se quisermos os mesmos direitos(os vinte por cento por estar em sala etc...)teremos que prestar outro concurso...ah,aqui tambem tem nossas colagas Auxiliares de Educação(que é a mesma coisa)so que na epoca do concurso delas não exigia o magisterio,em 1998,porem estão fazendo o magisterio e irão ter a mesma nomenclatura,agora vem o melhor...nos falaram(o pessoal da Secretaria da Educação)alem de que não temos direito a nada,que se lutarmos por algo e as "Prof. de E.I"ficarem sabendo,poderão entrar na justiça e, tudo voltará como era antes(pois nossa nomenlatura é ilegal),RSRSRSRS,é brincadeira!!!


Prezada(o) anônima(o),

O caso de vocês é um pouco diferente do nosso, o Edital já exigia o Magistério, aqueles que não tinham o Magistério estão sendo capacitados e serão, segundo você, enquadrados como Professores adjuntos, além de já estarem inclusos no Magistério, mas a malandragem e a intenção foi a mesma: PAGAR POUCO E EXPLORAR. Esses "cabeças duras" precisam saber que quem atua em creches são os Professores de Educação Infantil, é a docência na educação Infantil, com atribuições específicas: cuidar e educar.

A cura disso chama-se: ATUALIZAÇÃO, os profissionais da Educação Infantil são tão importantes, ou até mais importantes que os outros profissionais dos outros segmentos, pois lidam com crianças menores e inauguram a educação das mesmas. Por que os salários são mais baixos? Por que a carga horária(em alguns lugares) é mais alta? Por que somos desrespeitados ao ponto de em alguns lugares os auxiliares terem de fazer faxina nas creches?

Precisamos de leis federais para regularizar nossa causa, a ordem tem de vir de CIMA. fizemos um abaixo assinado para que chegue às mãos das autoridades competentes, mas precisamos de 5.000 assinaturas e até agora não chegamos a mil e quinhentas! Algo tão simples e, temos certeza, eficaz, que não deslancha por conta da inércia dos próprios profissionais da Educação Infantil! Cada um precisa fazer sua parte, senão ficaremos como e onde estamos.

A eleição para prefeito e vereadores está chegando, vamos votar em políticos que estejam interessados em nos ajudar, é hora de começarmos a articular, vamos pedir votos aos nossos familiares, amigos, conhecidos e também tirarmos votos daqueles que sabemos que não nos ajuda.Tudo acontece na política, e se agente sabe que com vontade política nossa situação se resolve, então vamos a luta.
Essa é nossa hora!

Uma braço.





segunda-feira, 6 de junho de 2011

QUE BAGUNÇA HEIM???

Comentários retirados das postagens: PRECISAMOS ESTAR JUNTOS E MISTURADOS..., AINDA CHEGAREMOS LÁ... e EM SILÊNCIO E SEM AÇÃO NADA VAMOS CONSEGUIR...

Lilian disse...

Olá, aqui em Arujá-SP estamos na seguinte situação, com muita luta conseguimos 30 horas,em alguns momentos somos tratadas como professores e em outros como ADI, a secretaria de educação montou um processo de reenquadramento porém o jurídico nunca nos dá um parecer favorável, mas o pior é o que esta acontecendo agora, nas creches existem 3 categorias com salários diferentes, ADI, PROFESSOR, ESTAGIÁRIO e saiu um processo de contratação para professor de creche com salário de R$ 1751,00 sendo que os citados acima não tem este salário, enfim, isso é legal sendo que as atribuições são as mesmas?

Anônimo disse...

Eu também faço parte desta categoria, sou de Barra de São Francisco ES, estamos discutindo com os vereadores para que nós possamos ser reconhecidos como professores, na prática somos, mas falta ser documentado,trabalho com crianças de 1 a 2 anos trabalhamos em 3 funcionárias com 3 diferença salarial e carga h diferente.

MANA disse...

QUANDO QUEREMOS REIVINDICAR ALGO DIZEM QUE É
"REBELIÃO"



Como viram essa bagunça de vários cargos, com salários e carga horária diferente é comum em vários estados do Brasil, cabe a categoria de cada município denunciar e exigir seu devido reconhecimento. É claro que quando isso acontece, nos municípios onde a democracia faz apenas figuração, os prefeitos inventam essa história de rebelião, mas o que importa é fazer tudo de forma pacífica, ordenada, mas sem deixar que nos façam de bobos.



Não esqueçam de colaborar com nosso abaixo assinado, não só assinando, mas conseguindo outras assinaturas. Precisamos, pelo menos, chegar a 5.000 assinaturas.

domingo, 29 de maio de 2011

BOICOTE EM PRAIA GRANDE-SP

Comentário retirado da postagem: GRANDE MOBILIZAÇÃO EM PRAIA GRANDE-SP


Anônimo disse ...

Olá atendentes de Praia Grande!!!

Fomos informados que o que mais temiamos iria acontecer, que era o boicote a nossa passeata, tudo já estava preparado por este sistema corrupto para nos prejudicar, vendo que a passeata iria mesmo acontecer, de forma ordeira e respeitando toda a sociedade como educadores que somos, esta seria a passeata perfeita todas nós estavamos enpenhadas em fazer algo pacifico, foi armado um jeito de infiltrar pessoas contratadas no meio de nós para fazer todo tipo de baderna e quebra, quebra, (bem típico desta administração que a 20 anos comanda nossa cidade), para depois dizer que foi todas nós atendentes de educação, culpando a nossa classe de educadores por toda esta balburdia, é muito frustante receber esta informação e tenha que repassa las as nossas colegas, mas eles não perdem por esperar, portanto foi repassado que diante deste contexto desfavorável nos não iremos fazer a passeata por enquanto, pois é tudo que ela quer, nos criminalizar novamente, mas agora teria a midia em cima documentando tudo !!!!!!

Sem mais e com muita tristeza, continuaremos na luta sempre, quem viver verá!!!!!

MAS NÃO QUER DIZER QUE VAMOS PARAR DE LUTAR, QUEREMOS SIM NOSSA INCLUSÃO NO QUADRO DO MAGISTÉRIO, E NÃO VAMOS DESISTIR E PRECISAMOS CONTAR COM PESSOAS DE PERSONALIDADE PARA ENFRENTAR ESSE SISTEMA, A GRANDE MAIORIA DAS ATENDENTES MOSTRARAM MUITA PERSONALIDADE E ESTAVAM DISPOSTA Á TUDO, MAS TEMOS QUE USAR A INTELIGENCIA E NÃO SOMENTE A EMOÇÃO,TODAS NÓS ENTENDEMOS A MENSAGEM,MAS CONTINUEM FIRME QUE "QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR". AGORA TEMOS QUE TODAS NÓS NOS DESFILIAR DO SINDICATO, POIS ELE SE MOSTROU COVARDE E PATRONAL, NOS DEIXOU SOZINHAS NA COVA DE LEÕES, PORTANTO NÃO TENHAM DÚVIDA O SINDICATO NÃO SERVE PARA NADA É UMA INSTITUIÇÃO CORRUPTA, MAS É DIFICIL SABER QUE AS INTITUIÇÕES SEJAM ELAS POLITICAS OU DO TRABALHADOR BRASILEIRO SÁO TUDO UMA MENTIRA!!!!! 27/05/2011


Olá atendentes de Praia Grande!

Lamentamos os fatos ocorridos em sua cidade, mas infelizmente essa história de corrupção, safadeza, covardia e sindicato pelego nós conhecemos bem de perto, histórias como estas já não nos surpreendem mais. Prefeitos comprometidos com a educação e a verdade estão cada vez mais difíceis de encontrar.

Por isso insistimos em uma pressão a nível nacional, como o abaixo assinado que o link encontra-se ao lado por exemplo. Desta forma o governo federal não poderá fingir que não sabe de todas as atrocidades que auxiliares de creche sofrem em todo o Brasil, precisamos exigir do MEC documentos mais claros sobre o assunto e que incentive nossa regulamentação por meio, por exemplo, dos recursos do FUNDEB, mexendo nos cofres das prefeituras quem sabe as coisas começam a funcionar.


Em outra postagem demos sugestão de como coletar assinaturas, confiram:

PRECISAMOS DE MUITO MAIS! ! ! !


Que Deus esteja com vocês,


um abraço.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

PRECISAMOS ESTAR JUNTOS E MISTURADOS...

Comentários retirados das postagens:EM SILÊNCIO E SEM AÇÃO NADA VAMOS CONSEGUIR...,

Anônimo disse...


"Mais uma distorção!Este mês nós aqui de Mairiporã descobrimos que as ADIs que estão sendo contratadas para serviço temporário são contratadas como cargo do quadro do magistério. Quando procuramos a Secretaria da Educação Municipal para esclarecimentos eles alegaram que foi um erro do RH. Um contrato passa por varias pessoas e ninguém viu o “erro”?Sem contar o RD(registro de docente) que ninguém sabe nos explicar o porque nos temos sendo que não somos profissionais do quadro do magistério."

Ora prezada(o) anônima(o), chega de errar! Os gestores agora estão sabendo que podem ser denunciados por desobediência às Leis Educacionais e por conta disso estão fazendo a coisa certa, ou seja, exigindo o Magistério para profissionais que trabalham diretamente com as crianças responsáveis diretos pela educação das mesmas. Não houve erro algum, eles estão exigindo o Magistério porque sabem que se isso não acontecer, estarão infringindo a lei. O mais triste é eles nos tratarem como "retardados" tentando nos esconder o que não dá pra esconder...Somos os Professores leigos da Educação Infantil!


MANA disse...

"OLHA ZAIRA GREVE AQUI NEM EM SONHO,PRA VC TER UMA IDÉIA EU E OUTRA COLEGA CONVOCAMOS AS AUXILIARES PARA NOS REUNIRMOS E PLANEJARMOS UMA REUNIÃO COM A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PARA FAZERMOS ALGUMAS REIVINDICAÇÕES.NÃO FOI NEM A METADE DAS AUXILIARES QUE HÁ NO MUNICIPIO.E FOI UMA SIMPLES REUNIÃO.HÁ UMAS QUE DIZEM QUE DENADA ADIANTA RECLAMAR,OUTRAS ESTÃO EM DESVIO DE FUNÇÃO E ACHAM QUE VAI FICAR A VIDA TODA!"

Pois é Mana, em todo lugar existe esse tipo de colega: Aquele que acha que irá ficar no bem bom até se aposentar, ou aqueles que preferem fingir que não sabem, não viram e ainda aqueles que ficam com o um pé lá, outro cá. Triste é saber que a vitória virá para todos e somente uns poucos se sacrificam e se indispõe com a chefia que revida com todo tipo de covardia. É por isso que dissemos sempre aqui, a união faz a força, não tem como eles perseguirem todos ao mesmo tempo, mas como "enfiar" isso na mente de algumas pessoas??? Às vezes ficamos pensando: Não seria mais fácil através do diálogo? Acreditamos que ninguém fica confortável diante de uma situação conflituosa, eles sabem da importância dos ainda chamados auxiliares na educação das crianças, sem falar no "Status" que terá o município onde TODOS seus profissionais estão trabalhando de forma regular, de acordo com a legislação vigente, mas logicamente VALORIZADOS, sem esses dois requisitos o sistema fica capenga, ou seja, a qualidade é questionável, haja vista que o rendimento dos profissionais não será o esperado.


vanildo disse...

"Em julho completarei cinco anos como auxiliar e aqui em cruz das almas nunca foi citado o proinfantil.aqui ninguém sabe que tem o direito de fazer esse curso."


Olá vanildo,

Que legal sua participação aqui no blog, seja muito bem vindo, estamos mesmo precisando de uma força masculina em nossa luta.
Quanto ao Proinfantil, sua Secretaria de Educação precisa solicitar a adesão ao curso, o Proinfantil é um curso de emergência destinados a nossa capacitação, é uma chance que os municípios devem agarrar, pois de qualquer maneira terão que capacitar os auxiliares que estão de forma irregular dentro de sala de aula, então nada mais oportuno que contar com a ajuda do Governo Federal e Estadual. Mas eles não são obrigados a aderir esse curso especificamente! O que devem fazer é denunciar ao MP o fato de estarem em sala de aula sem a formação exigida por lei(no blog tem vários documentos que provam que devemos possuir no mínimo o Magistério)ou então ir até o Sindicato dos servidores Públicos de sua cidade(torcemos que não sejam pelegos) para que eles entrem em contado com a Secretaria de Educação para as providências quanto a participação de seu município, caso ainda haja uma outra oportunidade de segmento do curso.


Anônimo disse...

"Gostaria de saber se vcs tem alguma lei que sustenta o pedido de vcs, sou monitora de creche em uma cidade do interior de São Paulo e se tiver uma brecha iremos brigar por redução aqui também. Obrigada."

Prezada(o) anônima(o),

A Educação Infantil não tinha muita importância para os gestores, até pouco tempo atrás era de caráter assistencialista, logo a quantidade sobrepunha a qualidade. Mais precisamente com a Constituição Federal de 88, LDB/96 e PNE/2001, esse segmento da educação passou a ser pensado pelas autoridades, os profissionais estão tomando ciência de seu valor e começam uma luta, inclusive para diminuir a carga horária que é extremamente cruel com um ser humano.Na justificativa do PL do deputado Carlos Zarattini é citado que, segundo pesquisas, quanto menor o educando mais desgaste para o professor. Em todos os setores onde houve vitória foi com luta. Estamos iniciando nossa luta, e nossa vitória depende do empenho de cada um, conseguiremos muitas coisas se nossos objetivos for um só.

Abraços a todos!






terça-feira, 24 de maio de 2011

GRANDE MOBILIZAÇÃO EM PRAIA GRANDE-SP

Comentário retirado da postagem: VIOLÊNCIA NÃO! RESPEITO E VALORIZAÇÃO SIM!


Anônimo disse...
Esperamos um número grande de atendentes de educação da Praia Grande em nossa passeata no dia 28/05/11 as 9:00 em frente a Praça das Cabeças, vamos sair as ruas para mostrar a população o que nós queremos que é nossa valorização profissional e nosso piso salarial que é de nosso direito. Nós executamos um trabalho maravilhoso dentro de uma creche, e queremos ser valorizadas, hoje o educar e cuidar não se separam mais. É a sua presença ATENDENTES DE EDUCAÇÃO que vai mudar esta situação, nós estaremos num dia de sábado sem prejudicar nenhum ônus a prefeitura e nem o dia de trabalho dos pais, que precisam da creche. Convidem os pais, vizinhos e todos para participarem !!!! Ate lá!!!



Parabéns aos "atendentes de educação" de Praia Grande pela iniciativa. É com atitudes assim que iremos aos poucos conquistar nossa valorização. Conscientizem pais e toda a comunidade. Que vocês consigam alcançar seus objetivos.

Não esqueçam de nos dar um retorno sobre esta passeata.



P.S.: Temos comentários atrasados, iremos liberá-los aos poucos esta semana.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

QUANTITATIVO: ALUNO X PROFESSOR

Comentário retirado da postagem:

Camila disse...


Ola, gostaria de saber uma informação, procurei nos sites mas não encontrei, trabalho em uma creche com crianças de um ano a dois anos de idade na nossa cidade a lei diz que é oito crianças por profissional trabalhamos em duas na sala e estamos no momento com 19 crianças e por ser uma cidade pequena quando aparece uma mãe pedindo a vaga e não tem por estar lotada a sala elas vão no prefeito e então o prefeito liga e diz que cabe sempre mais um, por favor se vcs tiverem algum documento que fale sobre o numero certo de vagas por profissionais me passem ou algum site que eu possa ver pois do jeito que esta não pode ficar, me ajudem. Obrigada




Camila,



Este é um outro ponto crítico que os profissionais de creche enfrentam, aliás a postura de seu prefeito se repete em muitos municípios. Infelizmente não temos conhecimento da existência de uma lei maior que estipule o quantitativode crianças por professor. A LDB/1996 definiu:




Art. 25. Será objetivo permanente das autoridades responsáveis alcançar relação adequada entre o número de alunos e o professor, a carga horária e as condições materiais do estabelecimento.



Parágrafo único. Cabe ao respectivo sistema de ensino, à vista das condições disponíveis e das características regionais e locais, estabelecer parâmetro para atendimento do disposto neste artigo.


Desta forma cada município tem tido livre arbítrio para estipular o quantitativo de alunos por professor. Em 2007 começou a tramitar no Congresso Nacional PL720 que alterava o artigo anteriormente citado, porém através do acompanhamento no site da câmara dos deputados vimos que foi arquivado deste 2009, e que assim seja pois determinava quantitativos bem altos de alunos por professor.



Infelizmente até mesmo os Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil, volume 2, estimam um quantitativo bem inadequado:


Item 84:

A relação entre o número de crianças por agrupamento ou turma e o número de professoras ou professores de Educação Infantil por agrupamento varia de acordo com a faixa etária:

• uma professora ou um professor para cada 6 a 8 crianças de 0 a 2 anos;

• uma professora ou um professor para cada 15 crianças de 3 anos;

• uma professora ou um professor para cada 20 crianças acima de 4 anos.



O Plano Estadual de Educação do Rio de Janeiro, que foi um documento construído, segundo eles, pela Secretaria de Estado do Rio de Janeiro(SEDUC) em parceria com a União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estados do Rio de Janeiro (UDIME-RJ) juntamente com inúmeras instituições renomadas define um quantitativo máximo de alunos por turma que se colocado em prática pelos municípios seria um ótimo começo pra melhorar o atendimento das creches públicas.


Veja o que diz o Plano na página 12 que se refere a quantidade de alunos POR TURMA:

"Adequação material, física e profissional às caracteríticas das crianças com necessidades educacionais especiais(NEE), visando, inclusive, à adequação do número de alunos por turma, de acordo com os critérios abaixo:




De 0 a 1 ano – 4 alunos e 2 com NEE – totalizando 6.
De 1 ano até 1 ano e 11 meses – 4 alunos com 2 NEE - totalizando 6.
De 2 anos até 2 anos e 11 meses – 8 alunos com 2 NEE – totalizando 10.
De 3 anos até 3 anos e 11 meses – 12 alunos com 2 NEE – totalizando14.
De 4 anos até 4 anos e 11 meses – De 12 alunos com 2 NEE–totalizando 14.
De 5 anos até 5 anos e 11 meses – 12 alunos com 2 NEE - totalizando 14.

g) Obedecer os critérios abaixo para formação de turmas (sem NEE):
De 0 a 1 ano – 12 alunos
De 1 ano até 1 ano e 11 meses – 15 alunos
De 2 anos até 2 anos e 11 meses – 15 alunos
De 3 anos até 3 anos e 11 meses – 15 alunos
De 4 anos até 4 anos e 11 meses – 15 alunos
De 5 anos até 5 anos e 11 meses – 15 alunos"


Portanto, se existe uma lei em seu município que estipula um quantitativo de 8 alunos por profissional e o seu município não está cumprindo, cabe fazer uma denúncia ao MP para que apure esta extrapolação, afinal as crianças são diretamente prejudicadas por esta situação.

P.S.: Há comentários pendentes, liberaremos assim que possível.
P.S.2: Se alguém souber de mais alguma lei sobre o assunto por favor colabore conosco a enviando.

terça-feira, 10 de maio de 2011

SOMOS PROFESSORES!!! PLANO DE CARREIRA JÁ!!!






Anônimo disse...
Uma luz no fim do túnel!

Sou ADI em Mairiporã-SP e aqui nós não fazemos parte nem do quadro da Secretaria de Educação quanto mais do magistério. Quando fazemos algumas reinvidicações somos lembradas que somos da grade da administração por isso não temos direito a muitas coisas. Porém fazemos a mesma função dos professores, as vezas até mais, planejamos atividades, fazemos seminários, participamos de HTP entre outas coisa. Como não fazemos parte da educação?

Anônimo disse...

Olá, em Xanxerê, SC, também enfrentamos esse problema, pois exercemos a função de professoras, mas na hora de receber somos monitoras e não temos nenhum direito e mais não fizemos parte do magistério.Também estamos nessa luta, faz muito tempo, o pior é que já procuramos o secretário, o sindicato, vereadores e o prefeito não nos recebe, não temos o apoio de ninguém, só o que se ouve que isso é transposição de cargo e é ilegal. Sabendo que todas possuem a formação exigida pela LDB. Já não sabemos mais o que fazer.



Monitores em AÇÃO! disse...
Fico feliz em saber que a nossa categoria está vencendo lutas pelo Brasil. Sou monitora de creche em Jundiaí SP, e estamos na luta também para o reconhecimento da nossa classe, estamos organizando reuniões, escrevendo alguns documentos, pesquisando, mas ainda não sabemos por onde começar. O contato com vereador seria útil?? Grata pela atenção! Carina




Olá!


Estes são problemas comuns enfrentados pelos auxiliares de creche do Brasil, infelizmente apenas em alguns municípios os profissionais conquistaram seu devido reconhecimento.


A não inclusão no plano de cargos do magistério demonstra o absurdo que a categoria vem sofrendo. Para se ter uma ideia, a partir da Lei 12.014/2009, de autoria da Senadora Fátima Cleide, até mesmo secretários escolares, merendeiras e zeladores (com devida qualificação) passaram a ser considerados profissionais de educação, ou seja, são educadores, com direito a inclusão no plano de cargos da educação e aposentadoria especial.


Já os ainda chamados de auxiliares de creche, atuam diretamente com as crianças em sala de aula, desta forma o MEC afirma que SÃO PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL. Cabe a nós denunciarmos esta bagunça onde professores estão fora plano de cargos do magistério.



Bem, para iniciar a discussão em cada município, antes de mais nada é necessário conhecer muito sobre o assunto, ao lado temos uma lista de documentos e postagens importantes que podem ajudar na pesquisa. É comum os municípios logo de início alegarem inconstitucionalidade na transposição de cargos, e eles têm razão, mas não é isso que pleiteamos, não queremos mudar de cargo, mas apenas temos o objetivo de sermos reconhecidos pela função que desempenhamos desde que tomamos posse, cuidar e educar crianças de 0 a 5 anos. A natureza de nossas atribuições continuarão as mesmas, porém com nomenclaturas e direitos bem diferentes.


Depois exponha todos os documentos sobre assunto a secretaria de educação, ao prefeito e ao sindicato da categoria, caso seu município não esteja disposto a cooperar pode ser feita uma denúncia (anônima ou não) ao Ministério Público.


Os vereadores também devem estar inteirados sobre o assunto, já que nossa situação se resolve através de um projeto lei (de iniciativa do poder executivo), sendo assim, a câmara de vereadores deve aprová-lo.


Em alguns lugares, como em Recife, os auxiliares de creche fundaram uma associação para pleitear junto ao município seu reconhecimento. o que ajuda bastante na luta.


Também pedimos a colaboração de todos no abaixo assinado, que pode ser acessado pelo link ao lado, temos que mostrar ao governo federal nossa situação e exigir meios para que os municípios sejam pressionados a cumprir suas obrigações. Aliás a justificativa desde abaixo assinado explica bem nossas reivindicações.


Abaixo está um link de um postagem que fala sobre a Lei 12.014 e possui um parecer do Conselho Nacional Educação (CNE/CEB nº9/2009) que cita a inclusão dos profissionais de educação infantil no plano de carreira docente.




PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EM EVIDÊNCIA

domingo, 8 de maio de 2011

PROINFANTIL LEVADO A SÉRIO










TUCA JORDÃO E EDUARDO PAES PRECISAM CONHECER MELHOR A EDUCAÇÃO INFANTIL. SOMOS OS PROFESSORES LEIGOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL, NÃO ADMITIMOS MAIS SERMOS EXPLORADOS!



Até quando nossa Secretaria de Eucação vai continuar a insistir que o Proinfantil é destinado aos professores lá da ilha, ou ainda, lá do sertão do Nordeste... que não tiveram acesso a formação de magistério..., etc e tal?

FELIZ DIA DAS MÃES!

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

E ela deixou entrever um sorriso,respondeu:



O filho predileto é aquele a quem me dedico de corpo e alma é o meu filho doente até que sare.

O que partiu,até que volte.

O que está cansado,até que descanse.

O que está com fome,até que se alimente.

O que está com sede,até que beba.

O que está estudando,até que aprenda.

O que está nú,até que se vista.

O que não trabalha até que se empregue.

O que namora,até que se case.

O que casa até que conviva.

O que é pai,até que os crie.

O que prometeu,até que cumpra.

O que chore,até que cale.



E já com o semblante bem distante daquele sorriso completou:

O que me deixou, até que o reencontre.



FELIZ DIA DAS MÃES!







quinta-feira, 5 de maio de 2011

PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL GANHAM SALÁRIO DE MISÉRIA...

Comentário retirado da postagem:EM SILÊNCIO E SEM AÇÃO NADA VAMOS CONSEGUIR...
MANA disse...

"OLÁ,MEU NOME É MANUELA,E EU TRABALHO NUMA CRECHE COMO AUXILIAR EM,CRUZ DAS ALMAS,NO INTERIOR DA BAHIA, AQUI NÓS RECEBEMOS O SALARIO MINIMO.E DEPOIS QUE DESCONTA O INSS FICAMOS COM 500 REAIS,LIMPO E SECO POR QUARENTA HORAS DE TRABALHO.UMA VERGONHA!!!!!!!!"

Depois esses políticos sem noção vem com discursos demagogos: "-Nós, pensando no melhor para as crianças, estamos investindo na Educação Infantil..." Investir na Educação infantil meus senhores é pensar também em salários dignos para àqueles responsáveis direto pela educação das crianças, será que ganhando salário mínimo ou pouco mais que isso, esses profissionais desenvolverão com afinco suas atribuições? claro que não! fora que trabalhamos com a mínima estrutura, sem pessoal suficiente, sob forte pressão emocional, com carga horária desumana, salários de miséria e imensa responsabilidade.

Podemos virar esse jogo. A receita é coragem e união!
abraços.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O CERCO ESTÁ SE FECHANDO...


"Sou tb professor de educação infantil, aqui em Recife conhecido como aux. de desenvolvimento infantil. Estamos travando uma luta com a Prefeitura do Recife pelo reconhecimento do nosso cargo como professor, fundamos uma associação que se chama ASSADIR (Associação dos Auxiliares de Desenvolvimento Infantil). Queremos contribuir para o reconhecimento de nosso cargo que já existe na prática só falta o reconhecimento legal, esperamos contribuir com alguma coisa, estamos a disposição para a construção de nossa identidade..."
Por sil.

Em cada canto do país os auxiliares estão se organizando, não haverá outra alternativa a não ser nosso reconhecimento como Professores de Educação Infantil, é esta nossa identidade segundo o MEC e de acordo com as funções que exercemos dentro das creches, ou seja: cuidar e educar.

Parabéns pela iniciativa de criar esta associação em Recife, são ações deste tipo que chamará atenção das autoridades à nossa causa.

Abraços.

Ps. Divulguem e assinem o abaixo assinado com link ao lado, precisamos de um número expressivo de assinaturas para entregá-lo aos seus destinatários.

domingo, 1 de maio de 2011

EM RECIFE O PODER EXECUTIVO E LEGISLATIVO TRABALHAM JUNTOS PARA O BEM DA EDUCAÇÃO INFANTIL. E EM ANGRA?

Postagem retirada do Blog: FORÚM DE EDUCAÇÃO DO SINDSEPRE



Audiência debate reivindicações de Auxiliares de Desenvolvimento Infantil

http://www.camara.recife.pe.gov.br/noticias/audiencia-debate-reivindicacoes-de-auxiliares-de-desenvolvimento-infantil/

Nas salas de aulas das creches do Recife, além dos professores, outros profissionais são responsáveis pelo cuidado com as crianças de 0 a 3 anos. Eles são os Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADI), trabalham nos Cemeis da cidade e exercem atividades semelhantes às de um professor. Por isso, querem que sua função seja reconhecida como cargo pedagógico. O assunto foi discutido nesta quinta-feira, 28, numa audiência pública que lotou o plenarinho da Câmara. A iniciativa do debate partiu do vereador Osmar Ricardo (PT).

Entre as atividades exercidas por um ADI estão o cuidado com a higiene, alimentação e bem estar das crianças. Eles também auxiliam o professor no processo ensino-aprendizagem, no planejamento e execução das atividades e na observação do desenvolvimento da criança. Mas, além do reconhecimento, eles querem melhoria nas condições de trabalho e a redução da jornada, que hoje é de 40 horas semanais.

Representando o secretário de Educação do Recife, Lenira Silveira alertou que será necessária uma mudança na lei para que haja uma isonomia com os professores. Hoje o cargo ocupado pelos ADIs é de nível médio, “no entanto, para ser considerado professor é preciso ser formado em Pedagogia”, alertou. Ela lembrou ainda que reivindicação semelhante está sendo feita em todas as capitais do país. E que as soluções estão acontecendo por meio de leis municipais. No Recife, o cargo de ADI foi criado após modificação da lei, em 2005.

O advogado Israel Guerra, representante dos ADIs, apresentou a proposta da categoria, que é elaborar um projeto de lei que transforme os cargos de ADI em professor, dando a oportunidade a estes profissionais de se formarem em Pedagogia durante o exercício de seu trabalho. Projetos semelhantes foram aprovados em cidades como Osasco, Cubatão e São Paulo. Para ele, o resultado deste processo será a melhoria significativa da qualidade da prestação dos serviços nos Centros de Educação Infantil. “Se isto se concretizar, teremos creches melhores, porque os profissionais vão trabalhar com mais motivação, mais qualidade, mais condição. As crianças ganharão, a cidade ganhará e Recife dará um exemplo para todo o Brasil”.

O grupo sugeriu que este projeto de lei fosse criado na Câmara para ser apresentado ao Executivo. O vereador Osmar Ricardo* disse que poderia elaborar o documento - mesmo correndo o risco de ele ser considerado inconstitucional – mas sugeriu que a iniciativa parta de outras estâncias. “A gente sabe que a luta não é fácil. Os professores também precisaram de muita luta para ser reconhecidos. Estou aqui como parlamentar, para mobilizar e envolver esta Casa no processo, mas a luta é de vocês e deve acontecer junto com as entidades ligadas à questão”.

Será até quando os Poderes Executivo e o Legislativo de Angra dos Reis permanecerão ignorando a educação no município? quando irão se mobilizar para resolver a situação dos auxiliares de creche de Angra que, assim como outros profissionais de creche do país exercem função docente e nem se quer pertencem a Secretaria de Educação? Vocês não sentem vergonha? E a Sra. Dona Luciane Rabha, não se pronuncia?

"Quem não tem competência abre concorrência e não se estabelece"


quinta-feira, 28 de abril de 2011

EM SILÊNCIO E SEM AÇÃO NADA VAMOS CONSEGUIR...

Comentários retirados das postagens: CARTA DE ESCLARECIMENTO AOS PAIS DE ALUNOS DE CRECHE E PRÉ-ESCOLA E COMUNIDADE

Anônimo disse...



"gente só com uma greve nacional resolveremos esse dilema por enquanto tem cidades que os prof de creche nem sabem dos seus direitos , greve já em franca estamos no mesmo dilema, é necessário fazer a mídia brasileira focar a atenção em nós Então greve já."




Prezada(o) anônima(o),



A greve com certeza é uma das maneiras mais eficazes do trabalhador buscar seus direitos, o problema é que a maioria dos auxiliares tem horror a esta palavra e para isto é necessário adesão da maioria. Fica difícil de acreditar numa paralisação a nível nacional, se tomarmos como exemplo o abaixo assinado que até esta data possui pouco mais de mil assinaturas, se caso precisarmos enviar este abaixo assinado hoje para o Deputado Carlos zarattini em contribuição à defesa do PL passaremos vergonha. É certo que nem todos sabem sobre a luta dos auxiliares e também existe o entrave do estágio probatório, mas é inadimissível que até agora não tenhamos chegado, por baixo, a três mil assinaturas. Precisamos agir! Cada um precisa fazer sua parte.



Um abraço.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL = DESVALORIZAÇÃO E DESCASO

Comentário retirado da postagem: MOVIMENTAÇÃO DO PL 5446/2009

Atendentes de Praia Grande disse...

A senhora secretária de educação, Maura Ligía Costa Russo, em seu protesto contra a violência, deixa claro que todos nós somos profissionais valorizados, é que a diferença de nossos salários para o professor é de $22,00, o que não concordamos portanto nosso salário é 589,93, insalubridade 117,99 e uma gratificação de 50% acima do nosso salário base, dando um total de 1.032,38, sabendo que insalubridade não é salário, eu ganho somente quando estou presente fisicamente no trabalho, esse ganho é invariável, o salário do professor é de 1. 094.44 com mais 175,00 reais a mais por hora atividade e trabalho pedagógico, a diferença é de 237,06 e não de 22,00 reais sem falar nas questões de aposentadoria.

Esta administração precisa ser mais transparente com as pessoas e não usá-las politicamente para atingir seus objetivos, essa administração tem relutado em admitir nossa inserção no quadro do magistério, até mesmo porque sabemos que é de direito, uma vez que recebe verba federal para o pagamento de parte de nosso vencimentos, não existem mais diferenças entre o que fazemos e os professores, apesar de se estar tentando mascarar esta realidade, o que é verdadeiramente para ser discutido é a reorganização da nossa atividade dentro do processo administrativo, sabemos que a transposição para professora é ilegal, mas não é essa a nossa busca, apesar de que todos somos professoras, para eu entrar nessa prefeitura como atendente tenho que comprovar que tenho diploma de pedagogia ou técnico de magistério,que é formação exigida para professora.

A professora em praia grande é em grande parte contratado principalmente os que atuam na pré escola, estes contratos são de dois anos, e a atual gestão não te nenhum interesse em mudar essa situação. Uma gestão que tem como parâmetro de valorização seja ela salarial ou profissional apenas o mínimo é vergonhoso, fica a pergunta porque não ter como parâmetro a cidade de santos e Cubatão e até mesmo São Vicente,que buscam a excelência.

Pois é atendentes de Praia Grande, enquanto alguns profissionais deram sorte com suas secretarias de educação, em Angra não tivemos a mesma sorte, assim como vocês, aqui a diferença salarial entre auxiliares e professores é ainda mais gritante, chega a 100 %, isso com o recente aumento que tivemos (falaremos sobre o assunto brevemente). E o que falar da carga horária, trabalhamos 35 h semanais e o professor 22,5 h. Desta forma ganhamos a metade e trabalhamos praticamente o dobro, sem direito a recesso em julho e dezembro para nos recuperar do desgaste físico e psicológico que a profissão nos causa.

O importante é ressaltar que apesar dessas diferenças os auxiliares de recreação e berçário desenvolvem as atribuições de Professores de Educação Infantil ( cuidar e educar), enquanto os Docentes 1 qua atuam hoje nas creches municipais de Angra tentam fazer somente seu trabalho de educar, missão bem difícil, quem conhece a realidade da creche sabe disso. Afinal até mesmo o MEC sabe que o profissional que atua na educação infantil cuida e educa, só a nossa Secretária de Educação, Luciane Pereira Rabha, não sabe disso. Ahhh outros secretários de educação, do mesmo nível, por aí que também não sabem.

Nossa secretaria chama as atividades que desenvolvemos de vida diária, só para mascarar o trabalho pedagógico que desenvolvemos e não promover nosso devido reconhecimento.

Quanto a transposição de cargos, realmente é inconstitucional, mas não é o que buscamos. De acordo com uma série de documentos do MEC, quem atua em sala de aula em contato diretamente com as crianças, é professor de educação infantil, e sua formação e valorização é assegurada. Sendo assim queremos apenas o reconhecimento do que somos de fato e de direito.





Confiram estas postagens antigas que possuem links para documentos que esclarem melhor o assunto:












P.S.: É necessário denunciar ao MP essa história do município contratar professores ao invés de promover concurso público, só assim essa farra de contratos poderá ter um fim.

OS AGENTES AUXILIARES DE CRECHE DO MUNICÍPIO DO RIO ESTÃO PRESTES A CRIAR UM SINDICATO PRÓPRIO..

Comentários retirados da Comunidade dos Agentes Auxiliares de Creche do Município do Rio de Janeiro





"CRIAÇÃO DE UMA SINDICATO PRÓPRIO DOS AAC

Quero a opinião de todos sobre a formação de um sindicato só nosso, uma vez que o SEPE não está correspondendo às necessidades de nossas proposições. Quanto mais gente opinar mais poderemos decidir sobre a criação de tal instituição. Se quiserem, coloquem também quem voces acham se poderia fazer parte dele, representando-nos condignamente.


Não há segredos, pretendemos criar o sindicato para darmos autenticidade aos atos realizados em prol dos AACs, merendeiras, agentes educadores e quem mais na educação infantil trabalhar e quiser participar. Para isso precisamos de quórum na primeira reunião do sindicato, primeiro para criarmos, propriamente dito, o sindicato. Segundo, para montar a direção, que consiste em cinco componentes. A partir daí, tais pessoas poderão gerar a movimentação necessária para realizarmos paralização, greve e quaisquer outras medidas necessárias para podermos melhorar nossa situação, perante a Prefeitura e nós mesmos."



Estamos acompanhando as negociações para a criação do Sindicato dos Agentes Auxiliares de Creche do Município do Rio de Janeiro, desta forma as coisas começam a mudar de figura, poderemos por exemplo pleitear uma greve. É certo que os auxiliares de Angra terão uma filial...


QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO!