Rumo a regulamentação de nosso cargo!!!

Mesmo após a LDB/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e o PNE/2001 (Plano Nacional de Educação), quando as creches deixaram de ter um caráter assistencialista e passaram a ser consideradas a primeira etapa da educação básica, onde quem trabalha em contato diretamente com as crianças é o professor e necessita ter a formação mínima em nível médio na modalidade normal para estar em sala de aula, muitos municípios continuaram a fazer concursos com a exigência de apenas nível fundamental ou médio, com nomenclaturas como auxiliar de recreação, berçário, auxiliar de creche, pajem, entre outras até os dias de hoje e como resultado disso exercemos atividades de docente, pois as creches de fato fazem todo o trabalho pedagógico, porém temos salários e direitos bem inferiores aos dos professores, mesmo tento a qualificação exigida por lei.

Convocamos aos ainda erroneamente chamados auxiliares, pajens, monitores, entre outras denominações a caminhar pela criação de nossa verdadeira identidade que é a de Professor de Educação Infantil, em muitos municípios profissionais como nós já conquistaram seus direitos agora é a nossa vez.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

CONVOCAMOS AOS AUXILIARES DE RECREAÇÃO E BERÇÁRIO DE ANGRA DOS REIS.

Nossa reunião do dia 17/12/09 com o Secretário José Eugênio foi desmarcada por motivos pessoais e ainda não temos uma data da próxima reunião, visto que esta reunião é de tamanha importância pois o secretário ficou de nos dar uma confirmação definitiva sobre nós irmos para a referência 104 enquanto aguardamos uma solução definitiva a respeito da reivindicação de nossas categorias.
Mediante esta situação, convocamos todos os auxiliares de recreação e de berçário a entrarem em contato com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Angra dos Reis, a fim de agilizarmos a data de nossa reunião.
TELEFONE: (24) 3365-1707 ( Procurar Daniel, Arlindo ou Fernanda)

2 comentários:

Paty disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tia Ane disse...

Que seja em fevereiro então. Lamentamos muito toda a tragédia e compreendemos que o município volte sua atenção para as providências que devem ser tomadas por conta desta tragédia, porém não devemos ser esquecidos por conta disso, já que continuamos a desempenhar funções que não correspondem com o que recebemos, a injustiça com nossa categoria é muito grande.