Rumo a regulamentação de nosso cargo!!!

Mesmo após a LDB/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e o PNE/2001 (Plano Nacional de Educação), quando as creches deixaram de ter um caráter assistencialista e passaram a ser consideradas a primeira etapa da educação básica, onde quem trabalha em contato diretamente com as crianças é o professor e necessita ter a formação mínima em nível médio na modalidade normal para estar em sala de aula, muitos municípios continuaram a fazer concursos com a exigência de apenas nível fundamental ou médio, com nomenclaturas como auxiliar de recreação, berçário, auxiliar de creche, pajem, entre outras até os dias de hoje e como resultado disso exercemos atividades de docente, pois as creches de fato fazem todo o trabalho pedagógico, porém temos salários e direitos bem inferiores aos dos professores, mesmo tento a qualificação exigida por lei.

Convocamos aos ainda erroneamente chamados auxiliares, pajens, monitores, entre outras denominações a caminhar pela criação de nossa verdadeira identidade que é a de Professor de Educação Infantil, em muitos municípios profissionais como nós já conquistaram seus direitos agora é a nossa vez.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Outro município que se antecipou!

Já em Alegre- Espírito Santo, o prefeito não complicou, obedeceu a legislação e escreveu seu nome na história da Educação Infantil do seu município.
http://www.alegre.es.gov.br/atosoficiais/2005/leis/2680.pdf

6 comentários:

Cris disse...

Que este município sirva de exemplo para cidades como Angra dos Reis e Rio de Janeiro que ainda não se enquadraram a legislação. Se tivermos dirigentes com vontade de acertar tudo será mais rápido e justo.

Gustavo disse...

O Prefeito deste município, demonstrou ser digno dos que nele votaram.Parabéns (aplausos de todos PDIs)

Dri disse...

Que Tuca Jordão, Denise Jordão, José Eugênio e Luciene Rabha sejam lembrados por nós como as pessoas que marcaram a educação infantil de Angra dos Reis, que eles proporcionem as crianças profissionais qualificados sim, mas também valorizados e com seus direitos respeitados. Pois não há como se falar em educação de qualidade sem ter profissionais valorizados e motivados.

Anônimo disse...

Vocês sabiam que educador não é professor?

Não banalizem essa digna e nobre profissão: PROFESSOR, que exige formação específica para exercê-la.

Paty disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Professor(a) disse...

Anônimo de 21:37 vc têm toda razão, professor precisa ter sua formação específica, e para atuar na educação infantil não é diferente como diz nas diretrizes do PNE: "A educação infantil inaugura a educação da pessoa". por isso a LDB incluiu a educação infantil como a primeira etapa da educação básica, sendo assim quem nela atua é professor. Quanto a nossa formação não precise se preocupar, pois muitos de nós já temos e os que ainda não possuem tal habilitação, como disse minha amiga Paty, em julho de 2011 terão. Afinal como dissemos neste blog a formação é um direito das crianças e dos profissionais que trabalham com elas. Nós fomos habilitados pelo município a atuar como professores com apenas nível fundamental, o erro não foi nosso, não tínhamos noção quando fizemos o concurso que faríamos papel de professor.O município errou e agora deve corrigir seu erro.
Beijos, Fique com Deus!!!